Você sabia que a grande maioria dos “chocolates” que costumamos ver nas prateleiras dos supermercados não são chocolates?
Eles são considerados apenas “doces com sabor de chocolate”. Isso porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define que, para ser chocolate, é necessário que o produto apresente no mínimo 25% (g/100g) de sólidos totais de cacau.
Estima-se que apenas um em cada três “chocolates” comuns comercializados no Brasil possua esse percentual.
Chocolate faz bem, é isso mesmo?
Nos últimos anos, inúmeros materiais têm sido publicados a respeito dos benefícios que o chocolate pode trazer. Porém, algumas questões precisam ser esclarecidas: •É necessário ter clareza em relação ao teor de cacau contido no chocolate que estamos consumindo, pois os benefícios, na sua grande maioria, estão associados ao chocolate amargo e meio amargo. •A versão amarga do chocolate, se consumida sem exageros (pouco mais de 6 gramas por dia – equivalente ao menor “quadradinho” de uma barra de chocolate), ajuda a prevenir o organismo contra doenças cardiovasculares, pois é rica em flavonoides.

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